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Artigo atualizado: Colangite Esclerosante Primária

A colangite esclerosante primária (CEP) é uma doença rara do fígado e das vias biliares. Ela provoca inflamação e cicatrização dos canais que levam a bile, dificultando sua passagem. Costuma estar associada a doenças do intestino (como retocolite ulcerativa).

Os sintomas podem ser coceira, cansaço, icterícia (pele e olhos amarelados) ou até ausência de sinais no início. O diagnóstico é feito com exames de sangue e de imagem.

Com o tempo, pode levar a cirrose, infecções e aumentar o risco de câncer nas vias biliares. O tratamento inclui medicamentos para aliviar sintomas, procedimentos endoscópicos e, nos casos avançados, transplante de fígado.

Excesso de sal pode prejudicar o fígado ?

Quem sempre coloca sal na comida teve em média 40% mais risco de desenvolver MASLD em comparação com quem raramente usa sal.
Essa associação persiste mesmo após ajustes por outros fatores, mas o estudo por si só não prova que o sal causa a doença.
Um estilo de vida saudável — incluindo menos sal, controle de peso, dieta equilibrada e moderação no álcool — é a abordagem recomendada para cuidar da saúde do fígado.

Como assim nós não podemos beber álcool nas festas de fim de ano ?

Enfim chegamos àquela época no fim do ano que as pessoas passam em consulta, são orientadas da necessidade de abstinência alcoólica e não recebem a orientação muito bem (alguns chegam a ficar agressivos). Infelizmente, o médico não fala isso porque está de mal humor ou é sádico e pretende que sofra desnecessariamente. O que acontece é que o álcool é tóxico para o fígado e, nas pessoas portadoras de doença do órgão, qualquer quantidade é suficiente para levar a progressão da doença, o que pode ser irreversível.

Novo artigo: Como funciona a lista de transplante hepático no Brasil

A lista de transplante hepático no Brasil é resultado de amplas discussões entre as sociedades médicas, governo e sociedade, que montaram um sistema que não é perfeito, mas que é o mais transparente, objetivo e justo possível. Mudamos do esquema de fila, onde era até certo ponto vantajoso entrar na fila antes de precisar do transplante (mas correndo o risco de fazer uma cirurgia de grande porte sem necessidade) para um que prioriza portadores de doenças mais graves ou com sintomas mais severos.